Close Menu
  • Home
  • Embu Guaçu
  • Brasil
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Contatos
Notícias Embu Guaçu

Linhas 012 e 226 de Embu-Guaçu mudam itinerário e passam a operar no Terminal Varginha, zona sul de SP

abril 14, 2026

Taboão da Serra e área: Cartão TOP passa a aceitar exclusivamente débito por aproximação nos ônibus

março 13, 2026

Itapecerica da Serra, Embu das Artes e Embu-Guaçu recebem obras de saneamento que beneficiam 500 mil pessoas

fevereiro 21, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Últimas 360:
  • Deputada ataca “subfinanciamento” do SUS depois de perder filho: “Vergonha”
  • Sporting Cristal x Palmeiras: onde assistir ao jogo da Libertadores
  • Flávio Bolsonaro faz gols e compara vitória em pelada às eleições
  • Forza Horizon 6: Pré load já fica disponível no PC e Xbox
  • 🚦 Maio Amarelo: juntos através da vida no trânsito! 💛
Facebook
Embu Guaçu 360Embu Guaçu 360
Topo Correio
  • Home
  • Embu Guaçu
  • Brasil
  • Colunas
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Contatos
Embu Guaçu 360Embu Guaçu 360
Home»Brasil»PL Antifacção opõe Câmara e Senado sobre penas e voto de detidos
Brasil

PL Antifacção opõe Câmara e Senado sobre penas e voto de detidos

fevereiro 25, 2026
pl-antifaccao-opoe-camara-e-senado-sobre-penas-e-voto-de-presos
PL Antifacção opõe Câmara e Senado sobre penas e voto de presos
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

pl-antifaccao-opoe-camara-e-senado-sobre-penas-e-voto-de-presos

pl-antifaccao-opoe-camara-e-senado-sobre-penas-e-voto-de-presos

A Câmara dos Deputados deve retomar nesta semana a análise do projeto que institui o Marco Legal de Enfrentamento ao Crime Coordenado — o chamado PL Antifacção. A proposta, aprovada pelos deputados no mês de novembro, voltou à Casa depois de sofrer alterações no Senado.

A expectativa de chefias partidárias é de que o texto seja votado já na próxima terça (24/2). O motivo é prático: a proposta precisa ser apreciada para destravar as votações do plenário.

Enviado através do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em regime de urgência, o projeto passou a trancar as votações no último dia 11. Sem a análise do texto, salvo algumas exceções, outras propostas não conseguirão ser discutidas em plenário.

O governo e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), são contrários à retirada da urgência. Motta deseja encerrar a discussão e defendeu a membros do Palácio do Planalto que a apreciação é necessária para o avanço de outros projetos de interesse do governo, como o desenvolvimento do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata) e o acordo Mercosul-União Europeia.

O PL Antifacção faz parte de um pacote de enfrentamento ao crime, que contempla também a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

Neste retorno à Câmara, os deputados averiguarão exclusivamente as mudanças feitas pelos senadores. Caberá ao plenário decidir se acolhe as alterações ou se retoma o texto aprovado originalmente pelos deputados.

Frustrando a intenção de membros do governo Lula, o presidente Hugo Motta decidiu manter o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) como relator do projeto. No novo parecer, Derrite indicará a quais mudanças é favorável e a quais se opõe.

Durante a primeira passagem do texto através da Câmara, Guilherme Derrite foi alvo de críticas de integrantes e chefias do Planalto, que enxergavam uma tentativa de esvaziamento da proposta defendida através do Ministério da Justiça.

A cúpula da Câmara chegou a apontar apoiadores de Lula como responsáveis por uma “campanha de difamação” contra a escolha de Motta e os pareceres mostrados por Guilherme Derrite. Ex-secretário de Segurança de São Paulo na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), o relator é pré-candidato ao Senado através do PP.

Chefias da Câmara — e o próprio presidente Hugo Motta — têm defendido a manutenção do texto aprovado através da Câmara no mês de novembro do ano passado. No Senado, o projeto foi reformulado através do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que buscou afastar pontos considerados inconstitucionais e diminuir polêmicas. A versão aprovada pelos senadores é a predileta do governo.

Guilherme Derrite vem debatendo o texto desde dezembro. O deputado avaliou a apoiadores que as mudanças promovidas através do Senado representam um “enfraquecimento” das medidas aprovadas através da Câmara.

A principal reclamação diz respeito ao aumento de penas para membros de organizações criminosas. Derrite avalia que o texto dos senadores traz penalizações menores do que as propostas através da Câmara. O deputado sinalizou a apoiadores que pode rejeitar as modificações feitas através do Senado nesses itens.

O texto do Senado estabelece até 60 anos de cadeia para várias condutas. A proposta chancelada através da Câmara estima entre 20 e 40 anos para crimes cometidos por facções, mas conta com agravantes que podem ampliar a penalização.

A proposta O PL Antifacção foi enviado através do governo Lula ao Congresso no mês de novembro do ano passado. O presidente da Câmara demonstrou que daria prioridade e se envolveu diretamente nas negociações para destravar a análise do texto. A proposta do Planalto é uma das medidas sugeridas através do Ministério da Justiça para endurecer o enfrentamento ao crime coordenado. Tanto o texto aprovado através da Câmara quanto a versão chancelada através do Senado estabelecem aumentos de penas para bandidos vinculados a facções e milícias. As propostas também dificultam a progressão de regime para membros de organizações criminosas. Além de tudo, os textos também determinam que chefes de facções e milícias terão de cumprir as penas em presídios federais de segurança máxima. Outro momento sensível que deve voltar ao debate é a proibição de voto para detidos provisórios. Os deputados aprovaram, por 349 votos a 40, um veto à votação de detidos provisórios e bandidos condenados definitivamente em eleições para prefeito e vereadores, estaduais e federais. Atualmente, a legislação impede o voto exclusivamente de condenados com sentença transitada em julgado (quando não cabe mais recurso).

A proibição foi retirada por Alessandro Vieira durante a passagem através do Senado. À época, o senador afirmou que o segmento era inconstitucional. Derrite demonstrou a apoiadores que vai defender a retomada do dispositivo na nova análise da Câmara.

Leia também

O PL Antifacção é um dos projetos enviados através do governo Lula ao Congresso para ampliar o enfrentamento ao crime coordenado. O texto foi um dos principais focos da gestão de Ricardo Lewandowski à frente da pasta.

Igo Estrela/Metrópoles @igoestrela

Na Câmara, o texto contou com o envolvimento direto do presidente da Casa, Hugo Motta (à direita), que demonstrou o deputado Guilherme Derrite (à esquerda) para a relatoria. A decisão foi criticada através do governo, que influenciou no vaivém de pareceres mostrados através do paulista.

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Durante a passagem através do Senado, a relatoria ficou com Alessandro Vieira (MDB-SE). O senador reformulou a proposta da Câmara e retirou trechos aprovados pelos deputados.

Pedro França/Agência Senado

No começo deste ano, a ministra Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) criticou a decisão de Motta de designar Derrite como relator. Ela também defendeu que o paraibano anunciasse um novo relator na volta do texto à Câmara.

Gil Ferreira/SRI-PR

Na semana passada, Motta confirmou a manutenção de Derrite como relator e reacendeu críticas em torno da indicação.

Ramiro Lucena/Camâra dos Deputados/Reprodução

Bets e financiamento da segurança Ex-secretário de Tarcísio, Derrite avalia manter mudanças introduzidas por Vieira em relação ao financiamento da segurança pública no país.

Os senadores aprovaram a criação de um novo tributo sobre bets — casas de apostas online — para financiar investimentos em segurança e no sistema penitenciário.

O texto estabelece uma alíquota de 15% sobre a transferência de recursos de pessoas físicas às plataformas. Segundo Alessandro Vieira, o mecanismo pode destinar até R$ 30 bilhões por ano à área.

Guilherme Derrite defende que são necessárias mudanças no financiamento da área no país. O deputado critica rotineiramente o formato atual de repasses da União aos municípios e estados para a segurança.

Com informações Metropoles

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email

Notícias relacionadas

Deputada ataca “subfinanciamento” do SUS depois de perder filho: “Vergonha”

maio 6, 2026

Flávio Bolsonaro faz gols e compara vitória em pelada às eleições

maio 5, 2026

Clima: chuvas seguem no Nordeste e frente fria atinge Sul; confira

maio 4, 2026
Anuncie conosco!
Últimas notícias

Deputada ataca “subfinanciamento” do SUS depois de perder filho: “Vergonha”

maio 6, 2026

Sporting Cristal x Palmeiras: onde assistir ao jogo da Libertadores

maio 5, 2026

Flávio Bolsonaro faz gols e compara vitória em pelada às eleições

maio 5, 2026

Forza Horizon 6: Pré load já fica disponível no PC e Xbox

maio 5, 2026
Nossas Redes Sociais
  • Facebook
2026 Embu Guaçu 360 é o seu portal de notícia de Embu Guaçu e região.
  • Termos de uso
  • Política Privacidade
  • Contatos

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.